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Um processo participativo é uma sequência de atividades participativas (por exemplo, primeiro preenchendo um questionário, de seguida, fazendo propostas, discutindo-as em reuniões presenciais ou virtuais, e finalmente, priorizando-as) com o objetivo de definir e de tomar uma decisão num tópico específico.

Exemplos de processos participativos são:

  1. um processo de eleição de membros do comité (onde as candidaturas são primeiro apresentadas, de seguida discutidas e por fim uma candidatura é escolhida)

  2. Orçamentos participativos (onde são apresentadas propostas, valorizadas economicamente e votadas com o dinheiro disponível)

  3. um processo de planeamento estratégico, a elaboração colaborativa de um regulamento ou norma, a conceção de um espaço urbano ou a produção de um plano de políticas públicas.

Gestão da Infância e Juventude

DIJ

Sobre este processo

Espaço de evangelização de jovens

Espaço de evangelização de jovens, com materiais didaticos, música e teatro para ensino dos conceitos morais da doutrina espírita.

🌻 A Sementeira do Amanhã: Gestão da Infância e Juventude Kardecista (DIJ)

O Departamento de Infância e Juventude (DIJ) é, sem dúvida, um dos pilares mais vitais de qualquer sociedade espírita kardecista. Sua missão transcende o simples ensino religioso, dedicando-se à semeadura de valores ético-morais e ao desenvolvimento integral do ser desde a tenra idade. A gestão eficaz do DIJ é a garantia da continuidade e renovação da Doutrina Espírita na sociedade.

🎯 Foco na Gestão e Propósito

A gestão do DIJ baseia-se em princípios de planejamento, amor e pedagogia espírita. Não se trata apenas de ocupar o tempo dos jovens, mas de oferecer um ambiente seguro e estimulante onde eles possam:

  1. Conhecer a si mesmos: O estudo da Doutrina Espírita foca na reforma íntima, incentivando a criança e o jovem a identificarem suas virtudes e a trabalharem suas imperfeições. É um convite ao autodescobrimento à luz da imortalidade.
  2. Entender o Universo: Através de lições sobre a pluralidade dos mundos habitados, a lei de causa e efeito e a comunicabilidade dos Espíritos, o jovem adquire uma visão cósmica e racional da vida, que alivia medos e dá sentido às dificuldades.
  3. Viver a Caridade: As atividades práticas, como campanhas assistenciais, visitas e o trabalho voluntário, tiram o estudo do campo teórico e o colocam na ação fraterna. O jovem aprende, na prática, o lema "Fora da caridade não há salvação".
  4. Formar Lideranças: O DIJ não forma apenas espíritas, mas futuros líderes e trabalhadores da Casa. A participação ativa em grupos de estudo e a organização de eventos desenvolvem habilidades de comunicação, organização e responsabilidade, preparando-os para assumir compromissos doutrinários e sociais no futuro.

🤝 O Papel do Gestor Kardecista

O gestor da Infância e Juventude é um educador por excelência. Ele atua como um facilitador do aprendizado e um modelo de conduta, garantindo que o ambiente do DIJ seja sempre acolhedor, dinâmico e adaptado às necessidades e à linguagem de cada faixa etária. Gerir o DIJ é zelar pela "sementeira", assegurando que os talentos de cada Espírito reencarnado floresçam em prol do bem comum.

Saiba mais sobre a importância do DIJ com o vídeo a seguir:

Referência: decidim-PART-2025-12-6

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